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Os Outros (The Others).



“Durante a 2ª Guerra Mundial, Grace (Nicole Kidman) decide por se mudar, juntamente com seus dois filhos, para uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos seguindo religiosamente certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas quando eles contratam empregados para a casa eles terminam quebrando estas regras, fazendo com que imprevisíveis consequências ocorram”.

Título: Os Outros (The Others)

Direção: Alejandro Amenábar
Nacionalidade: EUA, França, Itália e Espanha
Idioma original: Inglês
Gênero: Terror, Drama, Fantasia
Lançamento: 27 de outubro de 2001.
Duração: 1h45min.


Os Outros é um filme retratado durante o período da segunda guerra mundial, onde uma mãe de duas crianças mora em uma mansão isolada com os filhos portadores de uma doença rara, não podendo serem expostos a luz do sol. Ao contratarem empregados, tudo começa a ficar estranho e as rigorosas regras antes seguidas a risca são quebradas e seu desfecho nada agradável.


A produção é demasiadamente surpreendente apesar de alguns altos e baixos devido a confusão dos fatos em algum momento, mas também é incrível a forma como Os Outros atrai o telespectador a uma opinião deste suspense que acaba se tornando impremeditável.
Os personagens atuam de forma convincente em sua proposta de suspense, que auxiliam com plena certeza no desenrolar e desfecho deste drama com um toque considerável de terror.


Acredito que a missão de Alejandro Amenábar foi completamente cumprida em relação a asserção destacada na sinopse, dando ênfase ao terror e contraste sobre o drama da família de Grace.

O enredo é amplo e trata os acontecimentos com a velocidade correta e com o cuidado em sustentação da curiosidade do telespectador para leva-lo a finalizar o filme e descobrir por fim o seu desfecho.



O longa desperta a curiosidade exacerbada do telespectador e proporciona um senso para cumprir a missão de terminar de ver a obra. No geral temos uma bela obra gerada de uma boa produção, ou seja, o casamento perfeito e a concepção perfeita.

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2 comentários:

  1. Amei a resenha,Victor.
    Adoro esse filme! Por mais que o plot dele já esteja batido, não deixa de ser original, pq é muito bem feito. Sinto falta de mais filmes assim no gênero.
    Bjss

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    Respostas
    1. Obrigado Duda!É uma ótima produção, não temos muito o que reclamar rsrs

      Também sinto falta de filmes do calibre.

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