In Evair Amorim

Olá Pessoal!


Olá pessoal, tudo bem? Vim por meio desse texto me apresentar a todos vocês! Eu me chamo Evair Amorim e eu moro no interior de São Paulo, numa cidadezinha chamada Franco da Rocha. Tenho 24 anos, sou estudante de Jornalismo, amante de séries e filmes e sou um simpático capricorniano. E sinceramente estou muito contente em dizer que, a partir de hoje, faço parte da equipe Café Idílico!

Minha paixão pela escrita começou desde quando eu me conheço por gente, sempre fui muito fã de livros e de criar histórias. No ensino fundamental e médio eu sempre participava dos concursos de poesias e desenhos e graças a Deus eu sempre ganhava!

Foi na adolescência depois de escrever e produzir uma peça de teatro na escola que eu realmente percebi que gostava da arte de escrever e criar. A partir desse dia comecei a desenvolver meus primeiros blogs e livros e comecei a notar minha paixão pela literatura e jornalismo.

Atualmente eu já possuo seis livros publicados no site Clube de autores, tenho um canal no Youtube onde falo muito sobre séries, filmes e sobre a fantástica cidade de São Paulo. Também tenho um site que aborda os mesmos assuntos e sou formado em todas as temporadas de Grey´s Anatomy e CSI Las Vegas.

Minhas metas para os próximos anos é me dedicar a esse site maravilhoso, produzir webséries e desenvolver novos programas para o meu canal.

Mal posso esperar para começar a compartilhar os meus textos com todos vocês e espero com todo o meu coração que vocês se identifiquem com eles. E agradeço aqui ao Victor e a toda equipe pelo acolhimento e pela oportunidade.

Caso queiram entrar em contato comigo, podem me seguir nas redes sociais/trabalhos abaixo:
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Um enorme abraço e até breve pessoal!

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In Eduarda Graciano livros resenha.

Onze leis a cumprir na hora de seduzir.




“Juliana Fiori é uma jovem ousada e impulsiva, que fala o que pensa, não faz a menor questão de ter a aprovação dos outros e, se necessário, é capaz de desferir um soco com notável precisão. Sozinha após a morte do pai, ela precisa deixar a Itália para viver com seus meios-irmãos na Inglaterra.

 Ao desembarcar no novo país, sua natureza escandalosa e sua beleza estonteante fazem dela o tema favorito das fofocas da aristocracia. Pelo bem de sua recém-descoberta família britânica, Juliana se esforça para domar seu temperamento e evitar qualquer deslize que comprometa o clã. Até conhecer Simon Pearson, o magnífico duque de Leighton.

 O poderoso nobre não admite nenhum tipo de escândalo e defende o título e a reputação da família com unhas e dentes. Sua arrogância acaba despertando em Juliana uma irresistível vontade de desafiá-lo e ela decide provar a ele que qualquer um – até mesmo um duque aparentemente imperturbável – pode ser levado a desobedecer às regras sociais em nome da paixão.| Sarah MacLean – Editora Arqueiro – 336 Páginas – Ano 2017 – Romance.




É durante um baile na casa do Marquês de Ralston, que por sinal é seu irmão, que Juliana Fiori quase se vê no meio de um escândalo com lorde Grabeham. Tentando escapar, ela corre para dentro da primeira carruagem que vê. E qual não é sua surpresa ao perceber que se encontra no veículo de Simon Pearson, o odioso duque de Leighton?

Mesmo que no passado algo quase tenha existido entre eles, agora tudo mudou e os dois trocam farpa cada vez que se encontram. Durante essa discussão em particular, Juliana decide que está na hora de alguém ensinar uma lição a esse duque engomadinho e aposta com ele que em duas semanas irá convencê-lo de que não se pode fugir da paixão.

Esse é o último livro da trilogia Os Números do Amor, da Sarah MacLean. Não resenhei os anteriores aqui (e nem pretendo) porque pra ser honesta não curti muito eles. Mas isso não é um problema, visto que você pode ler tranquilamente fora da ordem, já que se trata de uma série não contínua. Os protagonistas da trilogia são os irmãos Gabriel (Nove Regras a Ignorar Antes de se Apaixonar), Nick (Dez Formas de Fazer um Coração se Derreter) e Juliana.

Não sei por que demorei tanto pra ler esse! Acho que fiquei com medo de me decepcionar, justamente porque a sinopse prometia uma história arrebatadora! Mas nesse caso essa promessa se cumpriu. Que delícia de romance!

Juliana e Simon têm uma química explosiva e, juro, a gente fica de pernas bambas só de ler! Para desespero do duque, cada vez que se encontram sua reputação impecável, que é tudo para ele, se vê em perigo. É claro que Juliana não está nem aí, já que ela só liga para viver o momento intensamente. Os dois são como água e óleo, mas por alguma razão parece que não conseguem ficar longe um do outro.                  
Simon simplesmente não entende como essa garota, que representa tudo o que ele sempre condenou, pode deixá-lo tão descontrolado. É muito fofo acompanhar o tão comedido duque de Leighton aos poucos enxergando que existem coisas que importam mais do que as aparências.

Sarah MacLean já é uma autora consagrada de romances de época e, com seus diálogos perspicazes e um romance que toca o coração, ela com certeza vai “seduzir” você também!



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In filmes/séries

Um Lugar Silencioso.



“Em uma fazenda dos Estados Unidos, uma família do meio-oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som”.


Título: Um Lugar Silencioso (A Quiet Place)
Direção: John Krasinski
Nacionalidade: EUA
Idioma Original: Inglês
Gênero: Suspense, Terror
Lançamento: 05 de abril de 2018
Duração: 1h30min.

A situação não é nada favorável à família Abbott no ano de 2020, anos após perderem seu filho mais novo para o perigo iminente que os assombra há tempos, o casal vive e tenta levar a vida como podem em um lugar silencioso, e misterioso, temem a cada instante por suas vidas por quais quer ações bruscas ou ruídos.

Existem filmes que tem uma proposta e um potencial gigantesco para encantar e ganhar ao público no quesito qualidade e originalidade, e este foi o caso com Um Lugar Silencioso, tivemos uma originalidade e propósito de filme absolutamente fantásticos, apesar de alguns gaps.


Não digo que é meu filme predileto para o ano, pois eu estaria mentindo, pois nestes existem detalhes que me incomodaram e muito apesar de todos os aspectos qualitativos. Como por exemplo o desfecho, e o rumo de personagens que me apeguei, acabou sendo o pico para que eu me frustrasse parcialmente com o longa.



É impressionante a forma como o silêncio pode nos conduzir a tensão, e como a capacidade de observação é aguçada, mas infelizmente não preparada para os sustos repentinos e isso me capturou, pois se uma produção consegue te prender em pleno silêncio, talvez o áudio seja dispensável porque temos de fato a qualidade das imagens e a riqueza de um enredo pensado estrategicamente para aguçar a curiosidade dos telespectadores, tanto para o que irá acontecer após aquela cena, quanto para a sequência de uma possível franquia.

As características de todos os Abbott me proporcionaram satisfação, apesar de ter me descontrolado e perdido a paciência com alguns dos personagens, e gostado mais de um deles por sua garra e coragem de um verdadeiro patriarca, Lee Abbott (John Krasinski), tal como a de sua esposa Evelyn Abbott (Emily Blunt), foram excelentes na atuação, englobando expressões corporais, linguagem de sinais, enfim. Contudo não foram só eles que deram um grande show, as crianças Regan (Millicent Simmonds) e Marcus Abbott (Noah Jupe) arrasaram.


A produção que um lugar silencioso tem, é única, e o que o diferencia dos demais é exatamente essa proposta que nos leva a acreditar no potencial de atores, e a não duvidar da criatividade das mentes do show business.



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In Meicy Lins resenha.

The Bold Type: Sucesso, amor, empoderamento, e amizade!


Título: The Bold Type
Gênero: Comédia Dramática
Criador(a): Sarah Watson
País de origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Emissora: FreeForm
Exibição: 11 de julho de 2017
Número de temporadas: 1(2 e 3 confirmadas)

"Três amigas se unem para conquistar o sucesso em Nova York, batalhando para fazer seus sonhos resistirem ás realidades da vida, e, quando têm um tempo livre, procurando o amor verdadeiro. Jane foi recentemente promovida a redatora da Scarlet Magazine, um periódico renomado focado em estilo de vida. Mesmo sendo tão apaixonada pelo que faz e determinada a ter sucesso, Jane por vezes hesita perante os desafios da vida na cidade grande. Por sorte ela conta com a ajuda da amiga Kat , a diretora de mídia social da empresa, que é destemida e ousada. Sutton é a última das três a ocupar o cargo de assistente, mesmo sempre trabalhando até a exaustão. Pelo menos o trabalho lhe distrai do segredo que precisa esconder das amigas. As três trabalham sob a guarda da editora chefe Jacqueline , que comanda a revista equilibrando dureza e cuidado com suas subordinadas. Elas dividem a redação com Alex, que só aceitou o emprego depois de perder a vaga dos sonhos em outra publicação, e Richard , um membro do conselho retor e advogado da revista - e conquistador".

Comecei esta série recentemente e só tenho uma coisa a dizer, estou completamente apaixonada! The Bold type é uma série feita de mulheres para as mulheres (o que não quer dizer que homens não possam assistir) recomendo e afirmo que irão encontrar em cada episódio uma lição de superação e luta. O primeiro episódio aborda a promoção bem merecida de Jane (Katie Stevens), uma das protagonistas (minha preferida) e os desafios que ela precisa superar nesse novo nível da sua carreira, Jane é super fofa e apaixonada pela escrita, está sempre tentando provar que mereceu aquela promoção, ao passo em que encontra dificuldades para deixar sua marca como escritora. Não pude deixar de me identificar com ela e as suas lutas internas, afinal, a garota não está acostumada com a vida na cidade grande e carrega consigo um passado de decepções amorosas que muitas vezes interferem na sua profissão.

Kat (Aisha Dee) é uma das melhores amigas de Jane, ousada e volátil, a garota é a força do trio e está sempre disponível para ajudar as amigas. Diretora das mídias sociais da revista Scarlet, ela carrega a difícil missão de divulgar a empresa, o que na maioria das vezes acaba se tornando um fardo, principalmente quando ela acaba expressando suas opiniões e causando muito “murmurinho” nas redes sociais. Apesar de ser considerada mimada pelas próprias amigas, e sempre acabar falando mais do quê devia, Kat é fascinante, é impossível não acabar se apaixonando por sua personalidade "explosiva" e destemida.

A terceira protagonista é Sutton (Meghann Fahy), a garota aprendeu a trabalhar desde muito jovem para ajudar a mãe problemática, e acabou esquecendo-se de lutar por seu sonho de trabalhar com moda. Agora trabalhando como assistente, ela vê no emprego a estabilidade financeira que precisa, mesmo que isso não lhe traga felicidade e realização pessoal. Até que uma vaga de emprego surge na área da moda, agora ela precisa decidir o que realmente importa, a chance de conquistar seu emprego dos sonhos ou a renumeração que ela está acostumada, isso enquanto esconde das amigas e dos colegas de trabalho, seu romance secreto com Richard (Sam Page), um dos membros do conselho. Por mais que The Bold Type não aborde exclusivamente o romance do casal, é impossível não se encantar com eles, afinal, o que seria mais bonito que o clichê do romance proibido entre uma secretária e um rico empresário?

A série aborda temas polêmicos como a sexualidade feminina, o cyberbullying e o empoderamento, de um jeito divertido e leve que me fez desejar maratonar uma temporada inteira em um dia. The Bold Type me conquistou no episódio piloto, e não tenho dúvidas que conquistará você também, principalmente se você gosta de séries com protagonistas determinadas e fortes que lutam por seus direitos e pelo sucesso profissional, sem deixar de lado o romantismo e a feminilidade.

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In inspiração Julia Rietjens

13 Livros para ler na Sexta-Feira 13.



Desde os primórdios, todo dia 13 que caí numa sexta-feira é considerado dia de azar, um dia amaldiçoado. Para entrar no clima “macabro” que esta data promete, hoje trouxe para vocês 13 livros de terror e suspense que você precisa ler:

1.CAIXA DE PÁSSAROS (Josh Malerman, 2014): Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora - uma decisão errada e eles morrerão.

2. HISTORIAS EXTRAORDINARIAS (Edgar Allan Poe, Tradutor José Paulo Paes, 2008): Nestes contos - selecionados e traduzidos por José Paulo Paes -, Edgar Allan Poe (1809-1849) imaginou algumas das mais conhecidas histórias de terror e suspense da literatura, tramas que migraram da ficção direto para o imaginário coletivo do Ocidente. É o caso de 'O gato preto', a tenebrosa história de um assassinato malogrado, ou de 'O poço e o pêndulo', que apresenta uma visão macabra da ansiedade da morte. Pioneiro dos contos de mistério, como 'A carta roubada' e 'O escaravelho de ouro', Poe deu a seus personagens profundidade psicológica.

3. NÃO DURMA (Michelle Harrison, 2017): O assustador romance da autora best-seller da série Os 13 Tesouros. Elliott, um garoto de 17 anos, não dorme bem desde o acidente que quase o matou. Às vezes, ele fica em um estado de quase sono, meio adormecido, meio acordado, e se vê cercado por silhuetas em movimento. Em outras, é ele quem se move, enquanto seu corpo permanece inerte na cama. Médicos dizem que a paralisia do sono e as experiências extracorpóreas são inofensivas — mas, para Elliott, elas são assustadoras. Determinado a descobrir o que está acontecendo, ele consegue um emprego em um museu conhecido por ser mal-assombrado, onde conhece a enigmática Ophelia. Certa noite, ao retornar de uma experiência extracorpórea, Elliott não encontra o próprio corpo. Alguma coisa o está ocupando, algo morto que quer viver de novo — e quer Ophelia também...

4. A DESCONHECIDA (Peter Swanson, 2013): Uma história sombria, em uma atmosfera romântica e um quê de Hitchcock, sobre um homem que fora arrastado para uma trama irresistível de paixão e assassinato quando um antigo amor reaparece.de mentiras. Em uma noite de sexta-feira, a rotina confortável e previsível de George Foss é quebrada quando, em um bar, uma bela mulher senta-se ao seu lado. A mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás. Agora, depois de tanto tempo, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la. Será que ele a conhece o suficiente para poder ajudá-la?

5. DEMONOLOGISTAS: ARQUIVOS SOBRENATURAIS (Ed & Lorraine Warren, 2016): Eles enfrentaram os mistérios mais sinistros dos últimos sessenta anos, sempre em busca da verdade. Agora é a sua vez de entrar em contato com o sobrenatural. Você tem coragem? Então leia Ed & Lorraine Warren: Demonologistas, a biografia definitiva dos mais famosos investigadores paranormais do nosso plano astral. Não é de hoje que os fãs do terror conhecem Ed Warren e sua esposa, Lorraine. O casal foi retratado em filmes de grande sucesso, como Invocação do Mal, Annabelle e Horror em Amityville. Mas basta folhear as páginas de Ed & Lorraine Warren: Demonologistas para constatar que, muitas vezes, a vida pode ser bem mais assustadora que o cinema. No livro, Gerald Brittle desvenda alguns dos principais casos reais vividos pelos Warren. Ed e Lorraine permitiram ao autor acesso exclusivo aos seus arquivos sobrenaturais, que incluem relatos extraordinários de poltergeists, casas mal-assombradas e possessões demoníacas. O resultado é um livro rico em detalhes como nenhum outro.

6. UM LUGAR SOMBRIO (Ed & Lorraine Warren, 2017): O casal de investigadores paranormais favorito dos darksiders está de volta. Depois do grande sucesso de Ed & Lorraine Warren: Demonologistas, a DarkSide Books reabre seus Arquivos Sobrenaturais para desenterrar um dos casos mais assustadores dos últimos 30 anos. Descubra a verdadeira história por trás do exorcismo de Connecticut em Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio. Mesmo quem tem medo do assunto certamente já ouviu falar deles. Seus casos mais famosos, como os de Amityville, Rhode Island e de Enfield, por exemplo, foram adaptados para o cinema. Até mesmo a endiabrada Annabelle está no currículo de assombrações, poltergeists e espíritos obsessores enfrentados pelo casal Warren. Claro, a boneca legítima faz parte da coleção que Lorraine, hoje com 90 anos, mantém em casa. Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio é o relato meticuloso dos fenômenos que infernizaram a vida de um casal norte-americano após sua mudança para uma antiga casa em que havia funcionado uma funerária anos antes. O exorcismo de Connecticut ganhou notoriedade na mídia norte-americana na época. Em 2009, a história serviu de inspiração para o filme Evocando Espíritos, de Peter Cornwell, que usou Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio como principal fonte de pesquisa.

7. NÃO CONTE A NINGUÉM (Harlan Coben, 2009): Há oito anos, enquanto comemoravam o aniversário de seu primeiro beijo, o Dr. David Beck e sua esposa, Elizabeth, sofreram um terrível ataque. Ele foi golpeado e caiu no lago, inconsciente. Ela foi raptada e brutalmente assassinada por um serial killer. O caso volta à tona quando a polícia encontra dois corpos enterrados perto do local do crime, junto com o taco de beisebol usado para nocautear David. Ao mesmo tempo, o médico recebe um misterioso e-mail, que, aparentemente, só pode ter sido enviado por sua esposa. Esses novos fatos fazem ressurgir inúmeras perguntas sem respostas: Como David conseguiu sair do lago? Elizabeth está viva? E, se estiver, de quem era o corpo enterrado oito anos antes? Por que ela demorou tanto para entrar em contato com o marido? Na mira do FBI como principal suspeito da morte da esposa e caçado por um perigosíssimo assassino de aluguel, David Beck contará apenas com o apoio de sua melhor amiga, a modelo Shauna, da célebre advogada Hester Crimstein e de um traficante de drogas para descobrir toda a verdade e provar sua inocência.

8. A TORRE DO TERROR (Jennifer Mcmahon, 2017): Nos anos 1950, o Hotel da Torre, com seus 28 quartos, era a maior atração da pequena Londres, em Vermont. Hoje está abandonado, vivo apenas na memória de três mulheres — as irmãs Piper e Margot e sua amiga, Amy Slater, filha da família que o administrava. Elas costumavam brincar lá quando pequenas, até o dia em que as brincadeiras desenterraram algo macabro e sinistro do passado dos Slater — algo que determinou o fim da amizade de Piper e Margot com Amy.
Com o passar dos anos, as irmãs fizeram tudo o que puderam para deixar o episódio para trás e seguir com a vida; Piper mora na Califórnia, enquanto Margot dedica-se à família e a estudar a história local. Até que um dia Piper recebe uma ligação de Margot em pânico: Amy e sua família estão mortos, supostamente pelas mãos da própria Amy. Só que, antes de morrer, Amy deixou escrita uma mensagem que as irmãs sabem ser direcionada a elas: "29 quartos".
De repente, Margot e Piper são forçadas a revisitar aquele verão fatídico em que encontraram uma mala e cartas que pertenceram a Sylvie Slater, tia de Amy, desaparecida na adolescência.

9. A PROFECIA (David Seltzer, 1976): Uma jovem babá morre por causa do pequeno Damien... Um padre morre apunhalado por revelar a terrível verdade sobre o nascimento de Damien... Num pacífico jardim zoológico, os animais entram em pânico e lutam até a morte quando vêem Damien... Um famoso diplomata e sua mulher são seguidos por "acidente" após "acidente", de Roma a Londres e a Jerusalém, ameaçados por um terror que não conseguem compreender, terror que se concentra sobre o seu filho Damien... e a sua maligna marca de nascença.
Serão as forças do mal desencadeadas sobre um mundo inocente e desprevenido por causa de Damien?

10. HORROR EM AMITYVILLE (Jay Anson, 1977): Em 13 de novembro de 1974 a polícia do condado de Sufolk recebeu uma chamada telefônica que a levou ao endereço 112 Ocean Avenue, Amityville, Long island. Dentro da casa a polícia encontrou um crime brutal: o assassinato de uma família inteira enquanto dormia.
Poucos dias depois, Ronald Defeo Jr. admitiu que usou um rifle para matar os pais e seus 4 irmãos, alegando ter ouvido vozes que vinham de dentro da casa e que o influenciaram a cometer os crimes. Um ano depois George e Kathy se mudam com os filhos para a antiga casa dos Defeo. Não demora muito para que estranhos eventos comecem a acontecer, afetando a vida da família e indicando que uma presença maligna está oculta na casa.

11. O COLECIONADOR ( John Fowles, 1963):O Colecionador é a história de Frederick Clegg, um homem solitário, de origem humilde, menosprezado por uma sociedade esnobe, que encontra o grande amor de sua vida. Tudo o que ele deseja é passar um tempo a sós com ela, demonstrar seus nobres sentimentos e deixar claro que eles nasceram um para o outro. O Colecionador também é a história de Miranda Gray, uma jovem estudante de artes sequestrada por um maníaco que acha que pode obrigá-la a se apaixonar por ele. Tudo o que ela deseja é escapar do cativeiro, e vai usar de toda sua inteligência para sobreviver ao inferno em que sua vida se transformou. O Colecionador é um livro narrado por dois personagens antagônicos: o sequestrador e sua vítima. Ferdinand e Miranda. Todos temos um pouco dos dois dentro de nós, concluímos ao final de suas páginas — quem consegue se desgrudar delas? Essa obra-prima lançada em 1963 continua perigosamente atual.

12. O TERROR (Dan Simmons, 2007): Primeiro livro do premiado escritor Dan Simmons no Brasil, O terror, que foi adaptado para a TV por Ridley Scott, com estreia nos EUA em novembro, é, ao mesmo tempo, uma aventura histórica e uma fantasia sombria. A partir de uma meticulosa pesquisa, o autor recria de maneira original uma das mais fascinantes histórias da exploração marítima no século XIX, a Expedição Franklin, como ficou conhecida a trágica investida da Marinha Britânica, em 1845, à cobiçada Passagem Noroeste, que liga os oceanos Atlântico e Pacífico através do Círculo Polar Ártico. Sob a liderança do renomado sir John Franklin e mesmo contando com os equipamentos mais avançados da época, a tripulação de mais de cem homens acabou presa nas geleiras ao norte do Canadá. A luta pela sobrevivência naquele ambiente hostil é o tema da narrativa de Simmons, que adiciona uma misteriosa ameaça aos bravos marinheiros: um predador desconhecido que tenta abrir caminho através dos cascos dos navios.

13. QUANDO OS ADAMS SAÍRAM DE FÉRIAS (Mendal W. Johnson, 1974): Conta a história de Barbara, uma babá norte-americana de 19 anos que se encontra nas mãos de cinco adolescentes, dois do qual ela foi contratada para cuidar. Era um jogo, que se baseava em maltratá-la, a submetê-la a situações precárias, o jogo chamava-se "Libedade 5".

À medida que as crianças começavam a aceitar tal violência como um fato normal, a fantasia transforma-se em horror. A jovem passa a sofrer toda espécie de degradações como fome, tortura e violência sexual. Sua vida agora corre perigo.

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In Eduarda Graciano livros resenha.

Edenbrooke (Julianne Donaldson).


"Marianne Daventry fará qualquer coisa para escapar do tédio de Bath e das atenções amorosas de um pretendente indesejado. Então, quando chega um convite de sua irmã gêmea, Cecily, para se juntar a ela em uma enorme casa de campo, ela agarra a chance na hora. Pensando que vai poder relaxar e desfrutar de seu amado interior inglês enquanto sua irmã tenta fisgar o belo herdeiro de Edenbrooke, Marianne descobre que até mesmo os melhores planos dão errado. De um aterrorizante encontro com um salteador a um aparentemente inofensivo flerte, a jovem se encontra envolvida em uma aventura inesperada e cheia de romance e intrigas, suficientes para manter sua mente agitada. Ela será capaz de controlar seu coração traidor, ou um estranho misterioso irá arrebatá-lo? O destino estava pensando em algo diferente de um verão relaxante quando mandou Marianne para Edenbrooke".



  A jovem Marianne tem 17 anos e com o pai na França e a irmã em Londres, ela se sente um tanto sozinha morando com sua séria avó e sua tia. Ao receber a notícia de que fora convidada para passar um tempo em Edenbrooke na companhia da irmã, Cecily, e dos amigos dela, Marianne consegue convencer com muito custo à avó, que só a deixa partir com a condição de que ela aprenda a se comportar como uma dama para um dia herdar os bens da velha senhora. Mas ela não imaginava o que a aguardava quando, a caminho de Edenbrooke, sua carruagem é atacada por um bandido que rouba seu valioso medalhão - a única recordação de sua mãe - acarretando um acontecimento atrás do outro: desde um cocheiro gravemente ferido a um belo estranho que insiste em ajudar sem pedir nada em troca.

  Lendo a sinopse eu não pensei que de fato se tratasse de uma história romântica. Mas é exatamente isso que Edenbrooke é! Romance do começo ao fim. Há muito tempo não lia um romance de época que me deixasse assim tão instigada. A história é narrada em primeira pessoa, o que difere um tanto dos livros do gênero que mais fazem sucesso atualmente. E não é só isso. Além de acompanharmos tudo pelos olhos da protagonista, Edenbrooke não é hot. Eu leio muitos romances de época no estilo, mas devo confessar que não sou muito fã. Prefiro algo assim mais leve, puro e (por favor) menos descrições detalhadas de beijos.

  Marianne perdeu a mãe há um ano e vive com a avó em Bath desde que o pai a deixou sob os cuidados da senhora e foi para a França. Ela também tem uma irmã gêmea, Cecily. As duas não só não são idênticas na aparência como também são totalmente opostas em personalidade: Cecily ama ficar na cidade e levar uma vida agitada, adora ser o centro das atenções e sempre consegue tudo o que quer. Marianne ama muito a irmã e as duas são muito próximas, mas desde criança se acostumou a viver à sombra da deslumbrante Cecily.

  Em Edenbrooke, onde deverá finalmente matar a saudade da irmã gêmea, Marianne passa os dias com Philip, o jovem e charmoso filho de Lady Caroline, a dona da propriedade que um dia foi a melhor amiga de sua mãe. Cecily não chega até vários dias depois de Marianne, já que compromissos seguram ela e sua amiga Louisa, também filha de Lady Caroline, em Londres.

  Philip coincidentemente foi o rapaz que ajudou Marianne e sua criada, Betsy, quando elas chegaram à hospedaria com James, seu cocheiro, ferido após um ataque à carruagem em que viajavam. Apesar do estranhamento quando se conhecem, uma amizade vai surgindo entre os dois e Marianne se sente um tanto nervosa com a proximidade dele, precisando se lembrar várias vezes da fama de galanteador que Phillip tem. É por conta do clima que parece surgir entre os dois, combinado com uma série de informações desencontradas que surgem os conflitos de consciência e a confusão de sentimentos da protagonista.

  Confesso que apesar de algumas vezes achar as situações um pouco dramáticas e uma vez ou outra até coincidentes demais, eu amei. Esse livro é tão leve e amorzinho que é impossível não se envolver com esses personagens, com essa história de amor e com as paisagens de tirar o fôlego descritas com elegância por Julianne Donaldson, autora que eu não conhecia, mas de quem já quero todas as obras. Pra ontem!

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In filmes/séries

A Visita (The Visit).



“Um garoto (Ed Oxenbould) e sua irmã (Olivia DeJonge) são mandados pela mãe (Kathryn Hahn) para visitar seus avós que moram em uma remota fazenda. Não demora muito até que os irmãos descubram que os idosos estão envolvidos com coisas profundamente perturbadoras que colocam a vida dos netos em perigo”.


Título: A Visita (The Visit)
Direção: N. Night Shyamalan
Nacionalidade: EUA
Idioma original: Inglês
Gênero: Terror
Lançamento: 26 de novembro de 2015.
Duração: 1hmin.


Conhecer aos avós realmente é algo muito bom, e mesmo que a mãe de duas crianças esteja brigada com seus pais há anos, ela resolve mandar seus filhos para passar uma temporada com os avós e por fim conhece-los, mas o que ela não contava era que as ações dos avós fossem tão terríveis e perturbadoras a ponto de tornar esta visita um verdadeiro perigo.

Se você é um verdadeiro telespectador de filmes de terror com um toque perfeito de suspense com certeza você apreciará esta produção do diretor N. Night Shyamalan e terá um senso crítico sobre este.


A principio o layout e a forma como o diretor descobriu de retratar o filme, que foi com filmes caseiros da garota e do garoto, não me foi nada atrativa por não ter tido experiências legais com filmes desta estirpe, mas concluo que tenha sido interessante enfrentar este desafio para justamente salientar este preceito.

O enredo envolve uma espécie de normalidade em relação ao comportamento dos avós dos garotos, com ações típicas, comidas gostosas, acomodações extremamente confortáveis, mas quando as peculiaridades começam a acontecer e a percepção dos acontecimentos é dissolvida em medo temos um ambiente completamente diferente e uma mudança radical sobre a apreciação do filme.


A julgar pela atuação dos atores, temos a seleção perfeita para com os personagens que mantém um ótimo desempenho em cena. Não sei se já os vi antes em algum outro filme, mas este em especial me fez vê-los com outros olhos.


Tratando-se de um tema tão maternal como o de avós o telespectador se surpreende com o rumo que a obra toma e com a expertise da produção e direção. Sem dúvidas um terror sem medidas, com homeopatias de tranquilidade.



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In Meicy Lins resenha.

Perdida, Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo.






Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos. | Gênero: romance - Autora: Carina Rissi - Editora: Vênus - Páginas: 363 - Ano da publicação: 2013

Começo está resenha dizendo que Perdida conseguiu superar as minhas expectativas, confesso que estas eram poucas, pois até certo tempo eu não era uma amante da literatura brasileira e no início tive receios quanto a escrita de Carina Rissi, peço que os fãs da escritora me perdoem, mas até então eu nunca tinha nem sequer ouvido falar sobre ela. Fui capturada pelo livro logo no primeiro contato, isso porque Sophia é uma protagonista cativante e muito engraçada, não só me diverti como me identifiquei bastante com ela. Sofia é uma mocinha nada conveniente, nascida e criada na cidade grande, está acostumada com a facilidade proporcionada pela modernidade e com a independência feminina que para ela é importantíssima.

Um celular e um livro de Jane Austen são seus fiéis companheiros, o que não é nenhuma novidade devido ao apego da moça pelas tecnologias. Outra característica intrigante da personagem é sua total aversão aos relacionamentos amorosos, Sofia tenta a todo custo manter distância do amor e dos compromissos, nem que para isso tenha que se afundar nas ocupações do seu trabalho.

Como em todo livro de romance, uma reviravolta surpreendente arranca nossa mocinha do seu confortável cotidiano e lhe obriga a enfrentar uma realidade assustadora, Sofia acaba perdendo o celular (que ela diz conter toda a sua vida) e ao comprar um novo aparelho, é imediatamente teletransportada para o século dezenove, sim! Também senti vontade de arrancar os cabelos de ansiedade, afinal, como um pequeno aparelho poderia ser o responsável por uma viagem no tempo?

As surpresas não acabam por aí, na cidade de São Paulo do século dezenove, vive uma família rica e prestigiada, e o patriarca da família é o príncipe encantado de cavalo branco que resgata a nossa mocinha em perigo. Ian Clarke, como todo bom príncipe, é aparentemente bonito e galante! Dono de uma reputação imaculada e uma fila enorme de pretendentes. Agora, além de tentar se infiltrar na sociedade daquela época e esconder o fato de que é uma viajante do futuro, Sofia precisa travar uma guerra contra o seu coração que insiste em se apaixonar pelo belo e corajoso rapaz, tudo isso ao passo em que procura pistas para solucionar aquele mistério e finalmente voltar para casa.

Carina Rissi usa de uma linguagem fácil e acessível que torna a leitura ainda mais agradável, sem falar que me diverti muito com os dilemas que Sofia precisou enfrentar, afinal, para uma mulher do século vinte e um, não é nada fácil ter que se adaptar aos costumes e valores que já foram ultrapassados. Além de ensinar muito sobre como funcionava a sociedade brasileira do século dezenove, o livro ainda traz uma crítica divertida acerca da relação entre romantismo, cavalheirismo e essa onda feminista que tem ganhado mais espaço a cada dia.

Mesmo que Sofia seja uma mulher independente que não acredita no amor, seu coração é imediatamente arrebatado pelo prestativo Ian Clarke, é a partir deste momento que nos deparamos com um romance cativante daqueles que não te deixam largar o livro por um só segundo. É impossível não se apaixonar por esse casal e acabar torcendo para que Sofia esqueça tudo que deixou no presente e permaneça no passado ao lado do seu príncipe encantado. Preciso confessar que mudei de ideia quanto a literatura brasileira, Carina Rissi é um exemplo de escritora que conseguiu escrever um livro bem construído, divertido e emocionante, um motivo para se orgulhar dos nossos escritores.

Perdida é o primeiro livro de uma trilogia, ainda não li a continuação, mas tenho certeza que vou me apaixonar ainda mais pela história. Se você já ouviu falar sobre ele e acabou tendo receio de começar a leitura, peço que esqueça suas dúvidas e se jogue de cabeça nessa viagem no tempo e no amor.


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In inspiração Julia Rietjens

15 Autoras Brasileiras para se Apaixonar.


Andei revisando minha estante esses dias e percebi que ando enaltecendo bastante a literatura brasileiras, principalmente a feminina. Por isso, gostaria de compartilhar com vocês 15 escritoras nacionais não tão contemporâneas que valem à pena ter guardadas com vocês




Camila Moreira -  Romance Erótico








Carina  Rissi - Chick-lit









Carolina Munhóz – Fantasia








Clarice Lispector - Romance, crônicas e contos








Clarissa  Côrrea – Crônicas









Jana  Rosa e Camila Fremder – Humor









Jarid  Arraes - Romance Histórico (e muito feminismo!)








Ju  Lund - Romance Sobrenatural









Juliana  Costa - Romance Erótico








Laura  Conrado - Romance








Lycia  Barros - Romance








Lygia  Fagundes Telles - Romance, Contos








Noemi  Jaffe - Contos e crônicas








Tatiana  Amaral - Romance Erótico



Verônica  Stigger - Contos e Romance

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